Nesta terça-feira (23), o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo decidiu que não haverá aumento de imposto neste ano ou no próximo para atingir a meta fiscal, e que o projeto que cria limite para o crescimento do gasto público pela inflação do ano anterior é "inegociável".
"Claro que não terá [aumento de imposto em 2016]. Serão R$ 170,5 bilhões cravados. Não vai ter que aumentar imposto para fazer isso [cumprir a meta de deficit]", afirmou Padilha.
De acordo com a Folha de São Paulo, para este ano o governo tem como meta de déficit cerca de R$ 170,5 bilhões para o governo central. Já para 2017, a meta de rombo é de R$ 139 bilhões. Além disso, o governo tem um buraco de R$ 55 bilhões a ser preenchido para alcançar o objetivo.
Ainda de acordo com Padilha, com a maior projeção de crescimento do PIB e com o corte de despesas, o Brasil irá cumprir a meta. Além disso, afirmou que contará com uma triagem de benefícios, com receitas das concessões em geral e com programa de venda de ativos do INSS para tanto.
"Claro que não terá [aumento de imposto em 2016]. Serão R$ 170,5 bilhões cravados. Não vai ter que aumentar imposto para fazer isso [cumprir a meta de deficit]", afirmou Padilha.
De acordo com a Folha de São Paulo, para este ano o governo tem como meta de déficit cerca de R$ 170,5 bilhões para o governo central. Já para 2017, a meta de rombo é de R$ 139 bilhões. Além disso, o governo tem um buraco de R$ 55 bilhões a ser preenchido para alcançar o objetivo.
Ainda de acordo com Padilha, com a maior projeção de crescimento do PIB e com o corte de despesas, o Brasil irá cumprir a meta. Além disso, afirmou que contará com uma triagem de benefícios, com receitas das concessões em geral e com programa de venda de ativos do INSS para tanto.
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Economia e Negócios